segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Marco Almeida acredita numa “estrondosa vitória” em Sintra nas eleições de Domingo



O cabeça de lista do movimento “Sintrenses com Marco Almeida” reforçou ontem o compromisso de criação de um “Estado Social Local”, na apresentação do programa eleitoral. “Alguns não percebem o que é, dizem que é muito caro e que vai arruinar o orçamento municipal, mas o Estado Social Local é um projecto que visa melhorar a qualidade de vida das pessoas, é o nosso principal projecto, e tem um custo: durante os próximos quatro anos vamos afectar do orçamento municipal 2,8 milhões de euros. Sei aonde vamos buscar esta verba, acredito que os outros não saibam porque chegaram agora e querem ganhar a qualquer custo e passam a vida a dizer mal das propostas dos outros”, afirma Marco Almeida.

O actual vice-presidente da Câmara de Sintra, eleito pelo PSD, mas candidato independente nas próximas autárquicas após ter sido preterido pelo partido, que escolheu Pedro Pinto, apresentou ontem em Mira Sintra as principais linhas do “programa de governo local”. “Centra-se no apoio às pessoas, porque não são apenas números”, explica. Entre as áreas abrangidas, estão a “perspectiva de valorização e de dinamização das finanças públicas locais e da economia local”, e a aposta no turismo de qualidade, na agricultura, nas áreas da saúde e da educação, e no melhoramento da máquina municipal, onde assegura que não haverá despedimentos.

“A Câmara pode fazer mais, pode prescindir de receita para proteger o emprego, pode aliviar as empresas para que possam continuar a viver, pode facilitar-lhes a vida em algumas áreas como o aceleramento de processo de licenciamento para que sejam capazes de criar emprego, porque a Câmara não pode ser um entrave. A revitalização da economia passa pelo comércio local, pelo incentivo ao desenvolvimento gradual da agricultura, mas tem pés firmes na promoção do turismo, sem esquecer a inovação”, defende o candidato.

Marco Almeida fez questão de assumir os 12 anos de participação nos executivos de Fernando Seara, período pelo qual reclama alguns méritos. “Não fui presidente da câmara, fui apenas um de alguns que ajudaram a fazer, mas esta câmara tem méritos reconhecidos pelo trabalho que fizemos nas escolas, que ajudámos a fazer juntos das nossas colectividades e no apoio que demos às nossas instituições de solidariedade social. È na área social que esta câmara tem a sua maior vantagem. Não é por acaso que o actual presidente diz que é nesta área que o trabalho deve ser valorizado. Fico satisfeito por isso, porque ajudei e contribui decisivamente para que assim fosse”, diz.



No discurso perante mais de duas centenas de apoiantes, agradeceu também a outro “candidato que diz que é na área da acção social e da educação que esta câmara deve ser reconhecida” e disse acreditar que a sua candidatura está num “processo imparável de vitória”, convicção partilhada pelo cabeça de lista à Assembleia Municipal, António Capucho. “Nada nem ninguém nos vai impedir de obter uma estrondosa vitória no próximo dia 29, mas nada se vence sem trabalho. Não se deixem iludir pelas sondagens”, alerta Marco Almeida, que pede “empenho e trabalho” nesta última semana de campanha.

© Luís Galrão/Tudo sobre Sintra

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