quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Jornal local continua a reutilizar notícias


Uma das notícias da última edição do Correio de Sintra reutiliza informação com quase 10 anos, uma prática recorrente neste jornal local. No artigo sobre a recente descarga poluente na praia do Magoito são reproduzidas declarações fornecidas pelos Serviços Municipalizados (SMAS) ao Correio da Manhã, mas em Novembro de 2005 (assinaladas na imagem). Uma simples pesquisa na Internet revela que Baptista Alves deixou o conselho de administração dos SMAS em Março de 2012, como explica aqui o Cidade Viva.

Não é a primeira vez que este quinzenário reutiliza informação desactualizada, ou copia abusivamente textos de outros jornais locais e nacionais, uma das razões pelas quais deixou de ser divulgado aqui. O artigo de manchete da edição de Abril de 2014, por exemplo, reutiliza parte de uma notícia da agência Lusa de 2010, publicada aqui pelo Diário Digital. Quanto à alegada descarga poluente na praia do Magoito, o Tudo sobre Sintra aguarda desde dia 29 de Setembro por esclarecimentos dos SMAS, como oportunamente divulgado aqui.

6 comentários:

  1. E claro que recordamos notícias passadas e recorremos à agência Lusa, que é uma agência pública de informação nacional. Depois completamos a informação. Qual é o drama senhor Luís não sei das quantas?

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  2. Não percebo qual é o seu probelmqa com o Correio de Sintra. Se quiser sarna para se coçar vá ao canil de Sintra e adopte um cão sarnoso. Há lá muitos.

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  3. Continuem a fazer o vosso trabalho exemplar. Desse jornaleco ninguém espera nada melhor.

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  4. Nada contra "recordar notícias passadas", desde que isso seja explicado nas prosas, o que não acontece nos casos citados. E usar artigos integrais da Lusa (sem citar a agência e assinado-os, como sendo de autor) é ilegal, sim, com ou sem caramelo.

    Leitura recomendada sobre o Serviço Público da LUSA: a disponibilização dos conteúdos [a jornais portugueses de âmbito regional e local] “será feita através da concessão de condições especiais na aquisição de serviços e de acordo com tabelas de preços anuais que reflectirão a localização geográfica, a dimensão e, conforme os casos, tiragens ou audiências dos órgãos de comunicação social em causa.”
    Mais em http://www.lusa.pt/info.aspx?page=servicopublico

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