sexta-feira, 8 de abril de 2016

'Se vir uma pen USB a sair da parede, ligue-se com cuidado. É uma Dead Drop'

No Diário de Notícias: "Dead Drops. O nome é um antigo termo usado no mundo da espionagem, para falar de esconderijos urbanos onde um espião podia deixar documentos ou objetos, ocultos na cidade, para outro espião que conhecesse o esconderijo os poder ir buscar discretamente. O artista Aram Bartholl, residente em Berlim, decidiu que a ideia merecia ser atualizada para o século XXI. E assim nasceram as Dead Drops enquanto pens USB, com mais ou menos memória, inseridas nas paredes ou passeios das cidades para qualquer pessoa se poder ligar e deixar ou levantar segredos. (...) Em Portugal, ainda só existe uma pen relacionada com este projeto. Está no Palácio Nacional de Queluz, em Sintra, onde foi colocada em 2011. Tem dois gigabytes de espaço, mas para saber o que a ocupa será preciso ir até lá com um computador." [notícia integral]

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