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quinta-feira, 22 de maio de 2014

Bloco de Esquerda queixa-se da Câmara de Sintra à Comissão Nacional de Eleições

O Bloco de Esquerda queixou-se à Comissão Nacional de Eleições (CNE) devido ao facto da Câmara de Sintra não ter disponibilizado os habituais painéis para afixação de propaganda eleitoral, neste caso para as europeias de domingo. "O facto de a câmara não ter colocado os placards obrigatórios em todas as freguesias do concelho, merece o repúdio do BE. O exercício da actividade política deve ser visível no espaço público com toda a dignidade, mas também com o mais absoluto respeito pela letra e pelo espírito da lei. Não é por ceder ao discurso que ridiculariza a política, que a dignificamos", afirma o BE.

Esta força política diz "aceitar que as estruturas em que se divulga a actividade política precisam de ser modernizadas", mas recusa que "se anule o que existia, antes de encontrar novas e melhores soluções", porque isso coloca em causa a igualdade das candidaturas. "Podemos não ter a capacidade para obrigar a colocação dos placards, mas nunca calaremos a desigualdade que esse facto imposto ilegalmente pelo poder, impõe às forças políticas que não têm dinheiro para pagar publicidade", lê-se no comunicado. O Tudo sobre Sintra continua a aguardar por uma reacção da autarquia e apurou que foram apresentadas queixas por outras forças políticas, nomeadamente pela CDU.

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terça-feira, 6 de maio de 2014

'Bloco insiste com inquérito a morte de doente no Hospital Amadora-Sintra'

No PÚBLICO: "O Bloco de Esquerda (BE) insistiu com o Ministério da Saúde no sentido de a Inspecção-Geral das Actividades em Saúde (IGAS) abrir um inquérito à morte de uma doente nas urgências do Hospital Amadora-Sintra, após mais de seis horas de espera. As averiguações internas daquela instituição concluíram que não houve negligência ou má prática no caso, mas o partido quer uma investigação independente." [notícia integral] [notícia na RTP e na TVI24]

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Bloco de Esquerda lamenta a manutenção de posto de combustível em Agualva


© Google

O Bloco de Esquerda lamenta o prolongamento por cinco anos do funcionamento do posto de combustíveis da Av. dos Bons Amigos, em Agualva, e acusa a autarquia de “ceder à pressão” da BP. “Em vez de aproveitar o fim do contrato para garantir mais segurança e mobilidade para a população, o Partido Socialista cedeu à pressão da gasolineira. Perde-se uma excelente oportunidade para requalificação do espaço urbano e para garantir mais segurança, uma vez que o equipamento está situado numa zona habitacional consolidada, no cruzamento de uma artéria altamente movimentada e perto de uma escola básica”, afirma o BE em comunicado.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

'BE e CDU consideram que a direita estagnou o concelho de Sintra'

No PÚBLICO: "O candidato do BE à Câmara Municipal de Sintra, Luís Fazenda, percorreu esta terça-feira na companhia do ex-líder do partido, Francisco Louçã, as ruas de Queluz, numa arruada silenciosa, em que se distribuíram mais folhetos do que beijinhos. Bem mais barulhenta foi a acção no mesmo dia da CDU, em Rio de Mouro, durante a qual o candidato à Câmara, Pedro Ventura, andou acompanhado por Jerónimo de Sousa, que visitou pela primeira vez como secretário-geral do PCP aquela freguesia." [notícia integral]

domingo, 22 de setembro de 2013

BE: Luís Fazenda propõe “serviço de emergência social” em Sintra



O Bloco de Esquerda está preocupado com a situação social que a “agudíssima crise” deixou em Sintra e defende que o novo executivo deve “preencher as lacunas do Estado Social no concelho”. “A primeiríssima preocupação do BE na câmara municipal é acudir às situações limite, através da criação de um serviço de emergência social, que possa articular as várias respostas que o município deve dar, dentro das suas competências, e para além delas, a todos os que estão em situação de pobreza ou em risco de perder a sua casa”, defende Luís Fazenda

O candidato do BE à presidência da câmara afirma que, caso seja eleito, irá também trabalhar em “defesa dos serviços públicos, da integridade dos postos de trabalho nas autarquias e nas empresas públicas e na correcta utilização desses meios”, assim como contra a privatização de empresas públicas e de estruturas municipais. O deputado bloquista defende também que são necessários mais equipamentos colectivos e culturais.

Na área económica, o BE entende que a câmara deve defender as pequenas empresas através da “facilitação e desconto no preço da água, que excepcionalmente pode vir ser feita para determinadas actividades económicas”, ou de “apoios logísticos, legais, informáticos ao lançamento de empresas, apoio a um certo tipo de fiscalidade que pode ter bonificações no concelho”. Para o candidato, o programa eleitoral fica “gravado na pedra” para que o BE possa ser julgado pelos eleitores pelo que fizer.

Luís Fazenda está a terminar o mandato de deputado na Assembleia da República e assegura que irá ocupar o cargo de vereador caso seja eleito, uma esperança que animará o BE até às eleições. “Temos a expectativa de vir a eleger um representante na vereação, uma eleição que pode fazer a diferença, sobretudo num cenário de empate entre várias candidaturas, esse pode ser um voto de qualidade”, afirma.

© Luís Galrão/Tudo sobre Sintra

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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Programa eleitoral do BE propõe “uma resposta social e de esquerda à crise”



O Bloco de Esquerda apresentou na última quinta-feira o programa da candidatura à Câmara de Sintra, encabeçada pelo deputado Luís Fazenda, intitulado “Por uma resposta social e de esquerda à crise”, lema dos bloquistas nestas autárquicas. O documento foi apresentado por André Beja, número dois da lista à câmara e candidato à presidência da União das Freguesias de Sintra, que salientou “os quatro eixos estruturantes: população, território e mobilidade; questões sociais e de solidariedade; desporto, cultura e turismo; e participação e transparência” (ver vídeo).

Entre as propostas apresentadas pelo BE no Parque dos Castanheiros, junto à Volta do Duche, estão a redução do betão e a reabilitação do espaço urbano. "O concelho precisa urgentemente de um plano de requalificação urbana que olhe o património que temos, as cidades, as vilas e os locais, e que procure dar-lhes outra vida", defende André Beja, que reforça também a necessidade de atenção para as questões da mobilidade. Ainda na área do património, o BE critica o "regime de tarifas impossível à generalidade das pessoas" praticado nos parques e monumentos de Sintra.

Na área social, o BE defende a criação de um gabinete de acompanhamento da crise, "que articule serviços camarários, redes sociais das freguesias, associações e instituições com trabalho em Sintra", assim como o apoio às famílias que estão na iminência de perder a casa, e a criação de uma rede de "lojas sociais" para apoio a famílias carenciadas, entre outras propostas. O BE pede também mais participação dos munícipes e transparência por parte dos serviços e das empresas municipais (ver programa integral).



Para o candidato à presidência da câmara, trata-se de “um programa colectivo que reflecte a experiência do BE nas assembleias de freguesia e na Assembleia Municipal, e que é um contrato com os eleitores”. “Tem importância antes e depois das eleições, porque queremos que as pessoas nos julguem por isto, porque o nosso programa será este ao longo dos próximos quatro anos, porque o BE cumpre os programas que elabora”, assumiu Luís Fazenda. O candidato deixou também críticas a algum “foguetório de promessas de mega projectos” de outras candidaturas, que desafiou a apresentar e debater os seus programas autárquicos.

© Luís Galrão/Tudo sobe Sintra

'BE quer expropriar terrenos para abrir parque de campismo'

No Cidade Viva: "No dia em que se assinalou o fim da época balnear, Luís Fazenda esteve reunido com a comissão de utentes do Parque de Campismo da Praia Grande, movimento cívico que reivindica a reabertura daquele equipamento que fechou em 2004." [notícia integral] [notícia no Actual Sintra]

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Diário de campanha das Autárquicas de 2013 em Sintra: 17 de Setembro



[Actualizado] Começou hoje oficialmente a campanha eleitoral para as autárquicas de 29 de Setembro. Até às 24h de dia 27, as doze candidaturas que concorrem à Câmara de Sintra, à Assembleia Municipal e às 11 freguesias e uniões de freguesias, vão desdobrar-se em iniciativas que no total vão custar mais de 640 mil euros.

O Tudo sobre Sintra continuará a acompanhar as principais acções de campanha, mas remeterá para o 'Diário de Campanha', a publicar ao início da noite (20h), a lista mais exaustiva das agendas (conhecidas) das várias candidaturas, como é o caso deste primeiro dia de campanha (por ordem tendencialmente cronológica):

  • Os candidatos da CDU, Pedro Ventura e Rui Monteiro, estiveram nas oficinas e na sede dos SMAS para "ouvir os trabalhadores e apresentar as propostas na defesa e valorização do serviço público de água e saneamento." O programa de campanha incluiu ainda contactos com a população do Cacém, São Marcos (Casal do Cotão) e uma visita à casa do Benfica de Agualva;
  • Luís Fazenda, do BE, assinalou o Dia Municipal do Cidadão Imigrante com uma visita à Associação Olho Vivo, em Queluz, onde defendeu que a autarquia "pode fazer muito do ponto de vista da solidariedade, do apoio técnico e jurídico na reestruturação de créditos [de habitação dos munícipes], desenvolvendo a sua rede social e criando gabinetes de emergência social e apoios directos às pessoas que estão em dificuldades"
  • Marco Almeida, acompanhado de António Capucho, candidato à Assembleia Municipal pelo movimento "Sintrenses com Marco Almeida", reuniu ao início da tarde com o comandante da Divisão da PSP de Sintra, "para conhecer dados recentes do concelho, para as áreas da segurança e criminalidade" e para apresentar "propostas para a área da segurança e trânsito";
  • Pedro Pinto, da coligação "Sintra Pode Mais" (PSD, CDS-PP e MPT) participou numa arruada e visitou o Centro de Saúde de Agualva na companhia do ex-líder do PSD, Marques Mendes;

O primeiro dia de campanha fica também marcado pela divulgação de mais uma sondagem, que dá novo empate entre Basílio Horta e Marco Almeida, com 25,5% e 25,2% das intenções de voto, respectivamente, seguidos de perto por Pedro Pinto, com 21%. [Fonte: JN]

Agenda para quarta-feira, dia 18:

  • Pedro Ventura, da CDU, visita o Centro de Saúde de Belas (7h30), a Idanha (9h/13h30), os trabalhadores da Suma em Albarraque (13h45/14h20), os trabalhadores da Panrico e Kraft (15h20/16h20), a empresa URPITMA (17h), o Continente de Mem Martins (19h) e a Cooperativa Nosso Lar (21h);
  • Marco Almeida, independente, visita o Canil Municipal de Sintra, pelas 15h, acompanhado por Laurentina Rilhas Pedroso, Bastonária da Ordem dos Médicos Veterinários;
  • Basílio Horta, PS, almoça em Sintra com os ex-presidentes da República, Mário Soares e Jorge Sampaio, e com o antigo candidato a Belém, Freitas do Amaral, membros da comissão de honra da candidatura socialista;
  • O PAN Sintra promove acção de campanha junto à Estação CP Queluz/Belas (7h30/9h) e uma arruada em Queluz/Belas (9h/12h);

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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

BE: "Parque de Campismo da Praia Grande faz falta ao concelho"

Na Rádio Ocidente: "Luís Fazenda, candidato do BE à Câmara de Sintra visitou o Parque de Campismo da Praia Grande (Colares) e reiterou empenho do seu partido, na abertura do espaço que “faz falta ao concelho”. O candidato do BE, reuniu com a comissão de Utentes do Parque de Campismo da Praia Grande, movimento cívico que reivindica a reabertura deste equipamento que fechou em 2004." [notícia integral]

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

BE: "Marca Sintra não pode ser só turismo, tem de significar dignidade no trabalho"

Na Rádio Ocidente: "Luís Fazenda, candidato do BE à Câmara de Sintra, esteve [ontem] à porta da empresa Neolux, em Rio de Mouro, em solidariedade com trabalhadores em greve, pela manutenção dos seus postos de trabalho e dos seus direitos." [notícia integral]

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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Bloco pede impugnação das candidaturas de Rui Pinto e de Fátima Campos

O Bloco de Esquerda apresentou hoje no Tribunal de Sintra o pedido de impugnação das candidaturas de Rui Pinto, cabeça de lista da coligação "Sintra Pode Mais" à União de Freguesias de Agualva e Mira Sintra, e de Maria de Fátima Campos, cabeça de lista do Movimento “Sintrenses com Marco Almeida” à União de Freguesias de Massamá e Monte Abraão. "Nada de pessoal nos move contra o cidadão e a cidadã em causa. Os pedidos de impugnação prendem-se com o facto de ambos terem cumprido três mandatos como presidentes de junta de freguesia entre 2001 e 2013, estando por isso impedidos pela lei de limitação de mandatos de se candidatarem nas autárquicas de 2013 ao lugar de presidente das Uniões de Freguesia que substituem os órgãos que anteriormente dirigiram", justifica o BE.

Os bloquistas recordam que a lei foi aprovada no Parlamento com os votos do BE, PSD, de que Rui Pinto é dirigente, e PS, a que Fátima Campos pertenceu até ao fim de 2012, com a abstenção do CDS e do PEV. "Apesar deste consenso alargado, nos últimos meses têm surgido diversas leituras e interpretações da lei, numa clara tentativa de subverter um dos seus principais objectivos: promover a renovação dos principais responsáveis políticos do país e evitar a perpetuação de alguns autarcas nos cargos para que são eleitos/as. Assim, estes pedidos de impugnação resultam da lei, são um acto de coerência e uma exigência de transparência: após três mandatos consecutivos, os presidentes de junta ou câmara não se podem candidatar a novo mandato de presidência ao mesmo órgão", reitera o BE em comunicado.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Candidaturas a Sintra criticam fim do passe social na Vimeca e Scotturb

A CDU exigiu hoje "a revogação das concessões rodoviárias à Vimeca e Scotturb e o regresso do serviço de transportes rodoviários na Área Metropolitana de Lisboa (AML) à esfera pública." A posição surge após as empresas terem anunciado que vão deixar de aceitar os passes sociais, uma decisão que a CDU considera "desprovida de sentido e de argumentos, considerando que o Governo procedeu ao pagamento das verbas em atraso", e que "um ataque ao serviço público de transportes, serviço essencial para o bem-estar das populações do concelho".

A situação está a ser acompanhada com preocupação pelas várias candidaturas, incluindo pela coligação "Sintra Pode Mais" (PSD, CDS-PP e MPT), que hoje saudou a posição de força do Governo. "Acho muito bem que o Governo obrigue a Vimeca a cumprir a sua função social. O poder económico também tem que pensar que neste momento, além da sua função natural, que é criar empregos e riqueza, tem uma função social de protecção às pessoas. Porque neste momento as pessoas já não podem mais", disse o cabeça de lista Pedro Pinto à margem de uma iniciativa de campanha.

Também hoje, o candidato do PS criticou a postura da empresa ao usar o passe social como arma negocial com o Governo. "A Vimeca não pode utilizar o fim do passe social e o prejuízo dos utentes como arma negocial. Isso não é admissível. Os sintrenses correm o risco de serem discriminados em relação a outros municípios", afirmou Basílio Horta. O deputado socialista independente apelou ainda ao diálogo em defesa do interesse dos utentes, sem esquecer "os interesses legítimos da operadora".

O candidato do BE, por seu lado, considera que a suspensão do passe social nestas empresas resulta da "irresponsabilidade dos poderes públicos". "Desde março que alertámos o Governo para esta circunstância que é profundamente negativa para as populações", diz Luís Fazenda, que alerta também para a situação de discriminação sobre os utentes de Sintra. "A população do concelho tem que ter acesso a esse passe social, até porque não pode ser discriminada em relação à população da AML que tem direito a esse passe intermodal", afirmou ontem o candidato durante uma ação de campanha na estação ferroviária de Queluz (ver folheto).

Apesar do aviso de que deixariam de aceitar os passes a partir de hoje, as empresas decidiram dar aos passageiros um prazo de tolerância até sexta-feira, e poderão mesmo rever a posição final em resposta à portaria publicada na quarta-feira pelo Governo. O documento estabelece que as operadoras de transportes públicos são obrigadas a disponibilizar passes intermodais sob pena de ver suspendido o pagamento das compensações financeiras. [Fontes: BE, CDU, PS e LUSA] [notícia na Rádio Renascença, no Sol, na TVI24]

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BE e PS formalizam candidaturas a Sintra

O Bloco de Esquerda (BE) entregou ontem no Tribunal de Sintra as candidaturas à Câmara e à Assembleia Municipal, que contam com Luís Fazenda e João Silva como os respectivos cabeças de lista. A iniciativa contou com a presença da escritora Filomena Marona Beja, mandatária da candidatura.

Amanhã será a vez do Partido Socialista (PS) oficializar as candidaturas a todos os órgãos autárquicos do concelho, numa iniciativa que contará com a participação de Maria de Belém, presidente do PS e mandatária da candidatura liderada por Basílio Horta. O candidato independente pelo PS afirma que vai "limitar os gastos da campanha à subvenção estatal, verba a que todos os candidatos têm direito". "Considero que temos essa obrigação devido ao momento que vivemos e para mais tarde não terem de ser todos os sintrenses a pagar", sublinha Basílio Horta. [Fontes: BE e PS]

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quarta-feira, 31 de julho de 2013

'Candidato do Bloco a Sintra critica suspensão do passe social'

No Jornal da Região: "O candidato do Bloco de Esquerda (BE) à presidência da Câmara de Sintra, Luís Fazenda, afirmou hoje que a suspensão do passe social nas transportadoras Vimeca e Scotturb resultam da "irresponsabilidade" dos poderes públicos. "É uma irresponsabilidade da parte dos poderes públicos. Desde março que alertámos o Governo para esta circunstância, que é profundamente negativa para as populações", disse o candidato à agência Lusa." [notícia integral] [notícia no Notícias ao Minuto]

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sexta-feira, 26 de julho de 2013

Marco Almeida refuta acusações do BE de falta de transparência



O cabeça de lista do movimento “Sintrenses com Marco Almeida” assegura que “não têm o mínimo de fundamentação” as acusações de falta de transparência feitas ontem Bloco de Esquerda. “O comunicado do BE é oportunista e só surge depois de publicada a sondagem do Jornal de Notícias [que dá vantagem a esta lista]. Insere-se numa lógica de combate eleitoral, tentando diminuir esta candidatura”, disse Marco Almeida à margem da primeira conferência de um ciclo que irá promover semanalmente até às eleições autárquicas, e que contou com a presença de Paulo Morais, vice-presidente da associação cívica Transparência e Integridade.

Marco Almeida reiterou o compromisso “de ter um orçamento transparente a nível de despesas e receitas”, medida que será implementada no início de Agosto, e recusou que o seu bom-nome seja posto em causa. “Farei um combate intransigente, porque para além do meu bom-nome, está também em causa o nome da minha família, e não vou deixar passar em branco as atitudes menos correctas. Tinha muito mais interesse em debater com o BE as propostas que tem para Sintra, e essas ainda não vi nenhuma”, lamentou o candidato.

O actual vice-presidente da Câmara de Sintra criticou ainda os constrangimentos levantados às candidaturas independentes e o anunciado fim do passe social na Vimeca, responsabilidade que atribui aos últimos governos. “Enquanto o PS foi Governo, este assunto não ficou resolvido, e agora que o PSD/CDS-PP são Governo, este assunto também não está resolvido. É altura de os sintrenses perceberem que não pode haver hipocrisias e dois pesos e duas medidas. Os candidatos que são deputados têm que assumir as suas responsabilidades, porque têm funções na Assembleia da República, e são responsáveis pelo estado a que o país chegou e por esta situação dos passes sociais”, considera Marco Almeida (ver entrevista integral em vídeo).

© Luís Galrão/Tudo sobre Sintra

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quinta-feira, 25 de julho de 2013

BE alerta Paulo Morais e pede transparência à candidatura de Marco Almeida



A concelhia de Sintra do Bloco de Esquerda alertou o vice-presidente da Direcção da Associação Cívica Transparência e Integridade para o "local emblemático" onde irá participar hoje num debate promovido pela candidatura "Sintrenses com Marco Almeida". "Paulo Morais irá participar num debate interessante por que é organizado por um candidato que, ao longo de anos, utilizou o seu lugar de vice presidente da câmara para afirmar a sua imagem e preparar uma candidatura que só é independente por ter sido preterida pelo PSD. E lugar emblemático porque o seu dono é um conhecido empresário sintrense e um ex-presidente de câmara que perdeu o mandato por decisão judicial e que foi, recentemente, responsável por pelo menos dois episódios de violação do Plano Director Municipal", afirma o BE em comunicado.

Os bloquistas acrescentam que "uma dessas violações – a ampliação ilegal da fábrica Galucho na rua da Barroca, S. João das Lampas – foi tratada com indulgência pelo Executivo, onde o candidato organizador ocupava lugar de destaque". A situação, dizem "foi denunciada em devido tempo à Câmara por moradores e pelo Bloco de Esquerda, só depois de muita queixa a intervenção foi embargada. Mas foi sol de pouca dura e hoje a obra está acabada", recorda o BE, que pede transparência à candidatura do actual vice-presidente da autarquia. "Ao longo das últimas semanas, Marco Almeida tem anunciado o apoio de várias personalidades. Mas não anunciou o de João Justino, o dono da sua sede de campanha", afirma o BE, que "acredita que não há almoços grátis". [notícia no Cidade Viva]

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terça-feira, 23 de julho de 2013

Proposta de "Agenda para a Juventude em Sintra" sensibiliza candidaturas às autárquicas

A "Agenda para a Juventude em Sintra 2013-2017" proposta pela Dínamo já conseguiu sensibilizar três candidaturas às próximas eleições autárquicas, revela esta associação juvenil. A proposta, baseada no trabalho da Rede de Participação Juvenil, apresenta 29 recomendações para uma política de juventude, estruturadas em sete domínios de acção, que incluem a co-gestão, a educação, a transparência e a participação. A agenda "visa contribuir para a reflexão política partidária ou não-partidária, alimentando a construção de uma verdadeira agenda política, que defenda efectivamente os interesses da juventude", explica a associação.

Para o candidato do Partido Socialista, trata-se de "um documento de grande valor e vai contribuir para o trabalho a desenvolver junto dos jovens do concelho". "Subscrevo os pontos fundamentais da proposta que vão ser muito importantes para os compromissos que vamos assumir na área da juventude", afirma Basílio Horta, adiantando que está preocupado com os cerca de 6 mil jovens em risco no concelho. "Este número é alarmante e é um retrato social que nos deixa profundamente preocupados", diz.

O Bloco de Esquerda também aceitou o convite e já reuniu com a Dínamo para falar não só da proposta, mas também da política de juventude dos últimos anos. "Apesar de ter tentado passar uma imagem de dinamizador do associativismo e de apoio aos jovens, o vereador do Pelouro, Marco Almeida, deixa muito trabalho por fazer", considera o candidato bloquista. Luís Fazenda defende "medidas para melhorar os mecanismos de resposta do Executivo às solicitações das associações e sua integração no planeamento de actividades, bem como uma revisão da política de ocupação de espaços camarários no sentido de uma maior disponibilidade de recursos hoje ocupados com serviços administrativos".

A terceira força política a reunir com a associação foi o Partido pelos Animais e pela Natureza (PAN), cujo candidato também lamenta a falta de investimento da autarquia na juventude nos últimos 12 anos e saúda a proposta da Dínamo, que considera "brilhante". "É talvez um dos maiores, senão o maior desafio que alguma vez foi feito em Sintra em prol dos jovens (...) e é um documento para ser levado muito a sério pelas instituições que têm competências e responsabilidades nesta área, principalmente a câmara e as escolas mas não só, e muito prometedor ao mesmo tempo não se limitando à percepção da camada jovem", considera Nuno Azevedo, que garante que o programa eleitoral do PAN irá inspirar-se nesta Agenda para a Juventude.

Das recomendações apresentadas, disponíveis na Internet em http://eleicoes2013.dinamo.pt, a Dínamo destaca, entre outras, "a promoção da Educação para os Direitos Humanos, como resposta à falta de informação nas escolas e à frequente violação dos mesmos, através de fenómenos como a discriminação ou o bullying juvenil", e "a materialização do Conselho Municipal de Juventude de Sintra e de Encontros Municipais de Juventude, numa lógica inclusiva e facilitadora da participação dos jovens e organizações juvenis no processo de tomadas de decisão da Câmara de Sintra". [Fontes: Dínamo, PS, BE e PAN]

© Luís Galrão/Tudo sobre Sintra

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quinta-feira, 18 de julho de 2013

Autárquicas: 'Candidato do PS e independente taco a taco em Sintra'

No Jornal de Notícias: "Nove décimas separam o independente Marco Almeida do socialista Basílio Horta na corrida à Câmara de Sintra, no estudo de opinião JN/Eurosondagem. A vítima é o social-democrata Pedro Pinto. Era expectável que a entrada em cena do atual vice-presidente da Câmara, rejeitado como cabeça de lista da coligação PSD/CDS-PP/PPM*/MPT, curto-circuitasse os equilíbrios eleitorais. A profundidade do "rombo" não deixa, porém, de surpreender. Marco Almeida penetra, transversalmente, no eleitorado de quase todas as forças políticas. Deixa em cacos a representação da Direita e, em simultâneo "encolhe" o PS. Nem a CDU escapa ao ímpeto da candidatura independente do "n.º 2" de Fernando Seara - acompanhado na liça pelo "histórico" social-democrata António Capucho, que disputa a Assembleia Municipal." [notícia integral]


[Fonte: JN]

[*ao contrário do que é dito, o PPM não faz parte desta coligação]

terça-feira, 16 de julho de 2013

'Políticas sociais de combate à crise são aposta do BE para Sintra'

No Jornal da Região (via Lusa): "O candidato do Bloco de Esquerda à presidência da Câmara de Sintra, Luís Fazenda, apresentou [ontem] as respostas à crise social, à pobreza, ao isolamento e à solidão dos idosos como as prioridades da sua candidatura. "A crise social e as respostas à pobreza e ao isolamento, à solidão e à falta de apoios estão no centro da candidatura do Bloco de Esquerda. O Estado Social e as respostas sociais são aquilo pelo que nós nos queremos bater", disse Luís Fazenda à agência Lusa. [notícia integral]

segunda-feira, 1 de julho de 2013

BE quer garantias do Governo sobre futuro do passe social na Vimeca e na Scotturb

O candidato do Bloco de Esquerda à Câmara de Sintra questionou o Governo sobre as medidas que irão ser tomadas para evitar o fim da validade do passe social na Vimeca e Scotturb, medida anunciada no início do ano e prestes a entrar em vigor no final de Julho. "Durante o mês de Junho, as duas empresas deram sinais de que vão mesmo sair do passe social, anunciando que, embora ainda aceitam o título durante mais um mês, deixam de vendê-lo nos seus postos. Ou seja, preparam-se para concretizar a ameaça, sem que haja vislumbre de solução para o problema", alerta Luís Fazenda.

"O Bloco de Esquerda não aceita esta medida unilateral, com impactos negativos na vida e no direito à mobilidade de milhares de pessoas e famílias, na economia do concelho de Sintra e de toda a região e no meio ambiente". O candidato do BE "quer ainda saber se a afirmação de Pedro Pinto (candidato PSD/CDS), num jornal de campanha, de que teria garantias do secretário de Estado que o passe ia ser mantido, corresponde a alguma medida concreta e, se sim, quando e como vai ser aplicada." [Fonte: BE Sintra]

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